3, 4 e 5 de junho

O Barreiro e os seus Rios

Pavilhão Municipal "Luis de Carvalho"

Parque da Cidade

Município do Barreiro

Constituído por oito freguesias – Barreiro, Alto do Seixalinho, Coina, Lavradio, Palhais, Santo André, Santo António da Charneca e Verderena –, o Concelho do Barreiro, com uma área aproximada de 31,6 km2 e uma frente de rio de 26,5 km, tem cerca de 79 mil habitantes. O Barreiro foi elevado à categoria de Cidade em 28 de Junho de 1984, razão pela qual o Feriado Municipal é comemorado, anualmente, nesta data.

Desde o início do Século XIV que há notícia da existência do lugar do Barreiro. O topónimo surge pela primeira vez associado às marinhas de sal existentes, presumindo-se que tenha origem num núcleo de povoamento situado no Alto do Hospital que se estendeu ao longo do litoral. Em 1487 esta povoação aparece constituída como freguesia, mas só a 16 de Janeiro de 1521 se torna Vila Nova do Barreiro por Carta de Foral concedida pelo Rei D. Manuel I. Nesta data o Barreiro alcança a sua autonomia municipal relativamente à Vila de Alhos Vedros, à qual pertencia até então.

O Barreiro desempenhou um papel de excepcional relevância na logística dos Descobrimentos, desde os primórdios da Expansão Portuguesa, designadamente na construção de naus e na confecção de “biscoitos” que alimentavam as tripulações. A existência de infra-estruturas de produção como o Complexo Real de Vale de Zebro (séculos XV a XIX), o Estaleiro Naval da Telha (finais do séc. XV) e o Forno Cerâmico da Mata Nacional da Machada (sécs. XV/XVI) constituem testemunhos de um passado em que várias especializações funcionais se congregaram, trazendo para esta região gentes de diversos saberes.

A escolha do Barreiro para terminal da linha do Caminho-de-Ferro do Sul e Sueste, em 1861, foi decisiva para o desenvolvimento económico e social da Vila, que começou a tornar-se um pólo de atracção de populações vindas, principalmente, dos concelhos vizinhos e do Alentejo, em busca de melhores condições de vida e de trabalho.

Em 1907 assistiu-se à instalação da CUF – Companhia União Fabril. O Barreiro industrial adquire a configuração de um grande complexo, pertencente apenas a uma empresa, caso único a nível europeu, acompanhado por diversas unidades industriais constituídas por outras pequenas e médias empresas.

Além de uma forte memória industrial, ferroviária e naval, patente nas Reservas Museológicas da Câmara Municipal, e do privilegiado contacto com os rios Tejo e Coina, é possível vivenciar no Concelho o contraste entre ritmos urbanos e recantos de tranquilidade e contacto com a natureza, de que são exemplo a Avenida Bento Gonçalves/Passeio Ribeirinho Augusto Cabrita – com uma excelente vista panorâmica sobre o Rio Tejo, que ultrapassa o horizonte demarcado pelas pontes 25 de Abril e Vasco da Gama –, os parques Catarina Eufémia e da Cidade, as zonas do POLIS, em Santo André e Verderena, ou a Mata Nacional da Machada e o sapal do Rio Coina.

O Barreiro Antigo – Centro antigo da Cidade que se divide em duas áreas diversas (Tardo-Medieval e Pombalina), com traçado e morfologia irregulares característicos de velho casco urbano, que deixa adivinhar raízes Medievais –, os moinhos de vento (Alburrica e Jim) e de maré, no Barreiro, Santo André e Coina, bem como o Convento Madre de Deus da Verderena, o Bairro Operário da CUF, e as igrejas de Santa Cruz, da Misericórdia, Nossa Senhora do Rosário, na Freguesia do Barreiro, e Nossa Senhora da Graça, Palhais, e a capela Nossa Senhora Remédios, Coina, são alguns locais de interesse histórico e cultural do Concelho.

De referir a existência, no Concelho, de uma rede de ciclovias, que, nesta altura, totaliza 1.700 metros. Trata-se de mais uma alternativa de mobilidade, actividade física e lazer à disposição da população.

Gastronomia - A privilegiada situação geográfica do Barreiro, pela sua proximidade com os rios Tejo e Coina, influenciou a gastronomia e, como tal, a oferta de pratos de peixe é característica do Concelho. Neste âmbito, o destaque incide nas caldeiradas, nas cataplanas, nos tachinhos e nas massadas de peixe.

Na doçaria encontramos, entre outros, a Enxovalhada do Barreiro, os Bolos de Coco e os Matateus, mas estas são apenas algumas sugestões para aguçar o apetite de quem visita o Barreiro.

Mais informações: www.cm-barreiro.pt

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